MANUEL BANDEIRA
Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu no Recife em 19 de abril de 1886, na rua Joaquim Nabuco, filho do Dr. Manuel Carneiro de Sousa Bandeira e de Dna. Francelina Ribeiro de Sousa Bandeira.
É o poeta com quem mais me identifiquei. Adoro ler suas poesias e saber que nasceu onde nasci me dá um grande orgulho e me aproxima mais dele. Ler suas poesias me traz um sentimento bom e às vezes até aliviam as durezas dessa época tão tecnológica cheia de "eu's" virtuais.
Manuel Bandeira passeia por todas as paisagens da vida o que o deixa tão atual nesse século XXI.
Sua poesia visceral que chega a exalar pelos poros dos mais cultos literatos é empolgante e revigorante.
Estou tendo o priovilégio de ler as poesias de seu livro Libertinagem e Estrela da Manhã. Seus versos chegam a soar como música e me trazem muita inspiração.
Ronald de Carvalho, na segunda noite da Semana de Arte Moderna leu "Os Sapos" provocando muitas reações porque criticava o jeito parnasiano (com forma métrica e verso) de fazer poesia. É meus amigos, Manuel Bandeira era livre. Tão livre que se valia de versos livres para compor suas obras de arte, suas poesias.
Morreu de parada cardíaca aos 82 anos e não da tuberculose que o acompanhou durante a maior parte de sua vida em 13 de outubro de 1968, no Hospital Samaritano em Botafogo-RJ, às 12:50h. Foi sepultado no mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério S. João Batista.
Com uma biografia tão rica e uma bibliografia preciosa Manuel Bandeira, precursor do Modernismo e um dos maiores poetas brasileiros, é um dos meus autores prediletos, o Poeta do Povo, dos sentimentos, do cotidiano, do coração, da liberdade, da libertinagem literária, da vida em versos.
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