Desde ontem região metropolitana do Recife enfrenta muitas dificuldades com greve dos rodoviários
Recife amanheceu parada. A greve deflagrada desde ontem (01/07) está dificultando e muito a vida dos trabalhadores da região metropolitana do recife. E para dificultar ainda mais, chove bastante. A greve afeta cerca de dois milhões de pessoas.
Agentes da CTTU montaram bloqueios em 3 pontos. Os motoristas que seguem pela ponte Princesa Isabel encontram duas equipes, sendo obrigados a virar à direita após a ponte e subir a Duarte Coelho, paralela à primeira, para continuar o caminho para o suburbio. Aqueles que seguem no sentido cidade-subúrbio da Conde da Boa Vista se deparam com a intervenção nas imediações da Rua Dom Bosco, devendo entrar na rua para seguir o percurso. O último ponto é no acesso ao Centro pela Rua da Aurora, com um bloqueio próximo à Ponte Velha, obrigando os veículos a transitar pela Rua Velha. De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a medida foi tomada para "diminuir os efeitos da paralisação no trânsito". Em protesto contra a demissão de líderes do Movimento Rodoviário de Verdade, oposição ao Sindicato dos Rodoviários, ônibus foram parados em importantes pontos do Recife nessa segunda (1º), primeiro dia de greve, provocando congestionamentos ao longo do dia na área central. A categoria começou as negociações pedindo 66% de reajuste salarial, caiu o índice para 33% e nessa segunda apresentou 20%. O patronato propôs 3% de aumento. Depois de uma reunião entre grevistas e empresários que durou aproximadamente cinco horas essa noite, grevistas e empresários saíram sem consenso. O reajuste da categoria será decidido em reunião do pleno do Tribunal Regional do Trabalho, às 17h. O recifense terá mais um dia de dificuldades com o transporte coletivo nesta terça-feira (2). Rodoviários e donos de empresas de ônibus não chegaram a um acordo e a paralisação está mantida. O reajuste da categoria será decidido em reunião do pleno do Tribunal Regional do Trabalho, às 17h. A reunião que tentou a negociação, na noite de segunda-feira (1º), durou cerca de cinco horas. Com a elaboração da ata, a sessão terminou por volta das 23h30.
Agentes da CTTU montaram bloqueios em 3 pontos. Os motoristas que seguem pela ponte Princesa Isabel encontram duas equipes, sendo obrigados a virar à direita após a ponte e subir a Duarte Coelho, paralela à primeira, para continuar o caminho para o suburbio. Aqueles que seguem no sentido cidade-subúrbio da Conde da Boa Vista se deparam com a intervenção nas imediações da Rua Dom Bosco, devendo entrar na rua para seguir o percurso. O último ponto é no acesso ao Centro pela Rua da Aurora, com um bloqueio próximo à Ponte Velha, obrigando os veículos a transitar pela Rua Velha. De acordo com a assessoria de imprensa da companhia, a medida foi tomada para "diminuir os efeitos da paralisação no trânsito". Em protesto contra a demissão de líderes do Movimento Rodoviário de Verdade, oposição ao Sindicato dos Rodoviários, ônibus foram parados em importantes pontos do Recife nessa segunda (1º), primeiro dia de greve, provocando congestionamentos ao longo do dia na área central. A categoria começou as negociações pedindo 66% de reajuste salarial, caiu o índice para 33% e nessa segunda apresentou 20%. O patronato propôs 3% de aumento. Depois de uma reunião entre grevistas e empresários que durou aproximadamente cinco horas essa noite, grevistas e empresários saíram sem consenso. O reajuste da categoria será decidido em reunião do pleno do Tribunal Regional do Trabalho, às 17h. O recifense terá mais um dia de dificuldades com o transporte coletivo nesta terça-feira (2). Rodoviários e donos de empresas de ônibus não chegaram a um acordo e a paralisação está mantida. O reajuste da categoria será decidido em reunião do pleno do Tribunal Regional do Trabalho, às 17h. A reunião que tentou a negociação, na noite de segunda-feira (1º), durou cerca de cinco horas. Com a elaboração da ata, a sessão terminou por volta das 23h30.
“Os trabalhadores ainda têm esperança na Justiça e acreditamos que o tribunal decida por um reajuste justo e compatível com a categoria”, disse o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Patrício Magalhães. Magalhães pediu a união dos rodoviários na greve, com adesão do grupo opositor. A Oposição Rodoviária, ligada à Conlutas, deverá fazer uma assembleia às 10h, na frente da agência dos Correios, na Avenida Guararapes, no Centro do Recife.
Desde a última reunião realizada quinta-feira passada na Procuradoria Regional do Trabalho, não houve avanços na pauta de negociações. Os mesmos sete itens que faltaram entrar em acordo foram matidos. Eles dizem respeito a adicional de hora extra, redução de jornada de trabalho, pagamento de cestas básicas, aumento no valor do tíquete alimentação, pagamento de participação nos lucros e a definição de pisos salariais para motoristas, cobradores, fiscais e motoristas de ônibus articulados.
O Sindicato dos Rodoviários chegou a reduzir o percentual de reajuste solicitado. A categoria começou as negociações pedindo 66%, caiu o índice para 33% e segunda apresentou 20%. O valor do tíquete, que hoje é de R$ 160, se manteve nos R$ 350 exigidos. Os rodoviários também pediram a anulação da multa que seria aplicada por descumprimento das regras para a greve. A Justiça determinou, através de liminar, que 80% dos ônibus circulassem no horário de pico e 50% dos veículos nos horários mais brandos. Também foi solicitado que não fossem descontados os dias parados nem que fossem aplicadas punições àqueles que aderiram à greve.
O presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Pernambuco (Urbana), Fernando Bandeira, não informou o percentual oferecido aos trabalhadores.
Durante a negociação, dezenas de rodoviários aguardavam a decisão do lado de fora do TRT. Eles são integrantes da Oposição Rodoviária de Verdade e estavam revoltados por não poderem participar da reunião. “Isso é muito injusto. Nenhum representante nosso participou da mesa. Tudo está sendo negociado em uma sala onde ninguém tem acesso”, contestou o motorista Josival José da Silva, que passou parte da noite aguardando uma resposta.
De acordo com a advogada da Oposição de Verdade, muitos trabalhadores estavam se sentindo injustiçados. “Nós representamos 80% da categoria. Se não podemos participar da reunião, como vamos definir algo? A oposição que participou da mesa não representa nem 10% da categoria”. Em reunião agora pela manhã os rodoviários decidiram manter a greve devido ao impasse dos emrpresários.
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